Novo Sistema de Classificação Olímpica - Ciclo Londres 2012

13 de janeiro de 2009

Mudanças da Federação Internacional já valem a partir de 1 de janeiro de 2009. Brasil trabalhará com três atletas sem seletiva este ano. 

Desde 1º de janeiro de 2009 já está valendo o novo sistema de classificação olímpica proposto pela Federação Internacional de Judô para as Olimpíadas de Londres 2012. Ao contrário dos outros ciclos olímpicos, quando a disputa começava apenas dois anos antes dos Jogos e a vaga era do país, para 2012 a corrida já começou e quem se classifica é o atleta. Essas são as duas principais mudanças no sistema, que levaram a Confederação Brasileira de Judô a alterar parte de sua forma de seleção de judocas para a equipe nacional. Tudo isso foi apresentado aos 42 atletas que começaram 2009 no processo olímpico (titular e reserva de Pequim 2008 e vencedor da Seletiva de Vitória 2008) em dois encontros com a comissão técnica no Rio de Janeiro (9/1) e São Paulo (10/1). Não haverá seletiva neste começo de ano (apenas para a categoria 90kg está confirmada para os dias 6 e 7 de março, já que com a subida de Tiago Camilo há quatro atletas ainda em disputa) e todos os pesos seguirão com três judocas em atividade.

“Qualquer novidade, à primeira vista, pode causar rejeição. Mas se as mudanças são boas ou ruins, só o tempo dirá”, afirma o presidente da Confederação Brasileira de Judô (CBJ), Paulo Wanderley Teixeira. “Não estamos inventando nada, estamos nos enquadrando num processo de mudança mundial”, frisa o dirigente.

“As adaptações e dificuldades não são uma exclusividade do Brasil, são do mundo todo”, enfatiza o coordenador técnico internacional da CBJ, Ney Wilson, que durante o Mundial Absoluto em Paris, em dezembro, trocou informações com representantes de diversas nações. “Todos são unânimes em dizer que será um processo desgastante para os atletas e oneroso para as entidades. E que será impossível ter sucesso até 2012 apostando em apenas um atleta por categoria”, acrescenta ele.

Com a vaga sendo nominais ao atleta, será necessário dar volume de competição para os judocas para que marquem pontos no ranking mundial. Em 30 de abril de 2012 serão conhecidos os 22 homens e 14 mulheres em cada uma das 14 categorias de peso (sete femininas, sete masculinas) com passaporte carimbado para a Inglaterra, respeitando-se o limite de um por país. Caso haja dois representantes da mesma nação, cabe à Confederação Nacional determinar aquele que irá aos Jogos. A esses 252 atletas se juntarão os 14 do país sede, 20 convites da Federação Internacional e outros 100 atletas classificados através de um ranking único (de gênero e categoria) de cada união continental (na Pan-América são 21 vagas, 13 no masculino e 8 no feminino, respeitando-se no máximo de dois indicados por categoria e um no máximo por país entre homens e mulheres).

“Vai ser mais complicado lutar por uma vaga no continente do que no ranking mundial”, prevê Ney Wilson, lembrando que no último ciclo havia 56 vagas para Pan-América através de um ranking próprio, além da classificação direta pelo Campeonato Mundial, o que não ocorrerá mais.

O ano do judô mundial agora se encerra em 30 de abril. Assim, o primeiro “ano” de competição vai de 1 de janeiro de 2009 a 30 de abril de 2009. O segundo “ano” vai de 1 de maio de 2009 a 30 de abril de 2010. O terceiro começa em 1 de maio de 2010 e termina em 30 de abril de 2011 e o último é de 1 de maio de 2011 a 30 de abril de 2012. Apenas os campeonatos mundiais, Masters, Grand Slams, Grand Prix, Copas do Mundo e campeonatos continentais disputados nesse período contam pontos para a lista final. No ranking de 2012, os pontos conquistados no primeiro terão sido desvalorizados em 75% (ou seja, quem marcou 100 pontos até maio de 2009 terá apenas 25 pontos em abril de 2012). Os do segundo ano valerão 50%, do terceiro ano 75% e os do último ano terão seu peso integral de 100%.

A participação de atletas do Brasil nas competições estabelecidas pela CBJ será definida por convocação a partir do universo desses 42 atletas em 2009.

“Não adianta fazer como antes, quando mandávamos os atletas para um mesmo número de competição. Se repetirmos isso, corremos o risco de chegar ao fim do ciclo sem ninguém classificado”, garante Ney Wilson.

Assim, a comissão técnica da CBJ definirá todas as equipes para os eventos do calendário internacional, aí incluídos Copas do Mundo, Grand Prix, Grand Slam, Pan-Americano e Campeonato Mundial, em função da necessidade de ranqueamento. Os três atletas de cada categoria só poderão participar dos eventos selecionados pela comissão técnica.

Frases dos atletas sobre a mudança no ranqueamento olímpico para Londres 2012:

Tiago Camilo – campeão mundial em 2007 (-81kg), bronze olímpico Pequim 2008 (-81kg): Disputa o novo ciclo olímpico na categoria -90kg: “Foi uma mudança considerável e todo mundo vai precisar refletir. No começo é estranho mas depois vamos nos acostumar ao novo formato. Agora vamos precisar de toda a ajuda possível – da Confederação, clubes, patrocinadores – e também vai ser fundamental estar nem o ano todo, sem dosar muito. Acho que mudei de peso no melhor momento, pois começo junto com todo mundo. Estou muito motivado”.

João Derly – bicampeão mundial 2005-07 (-66kg): “Vai ser difícil para nós e para os outros países. Acho que vai ser muito importante começar o cliclo sem lesão e bem preparado, pois arriscar pode ser perigoso. Vai ser um processo muito desgastante”.

Leandro Guilheiro – bronze olímpico Atenas 2004 (-73kg) e Pequim 2008 (-73kg): “Vamos ter de repensar tudo e planejar cada detalhe. Acredito que esse novo formato vá fazer da gente ainda mais competitivo e profissional. Aquele que conseguir passar pelo ciclo mais inteiro vai ser dar bem”.

Luciano Correa – campeão mundial 2007 (-100kg) e bronze mundial 2005 (-100kg): “Fiquei muito bem impressionado pela iniciativa da CBJ em reunir todo mundo para apresentar as mudanças. Sobre o novo formato, agora a disputa não é mais um contra o outro aqui no Brasil. Agora lutamos contra o mundo todo e os brasileiros podem até acabar se ajudando para buscar a vaga”.

Ketleyn Quadros – bronze olímpico Pequim 2008 (-57kg): “Pequim foi meu primeiro ciclo olímpico e a mudança pouco vai interferir em mim pois não estou acostumada com nenhuma das duas formas. Isso é bom para a cabeça. O lado positivo das mudanças é que o atleta depende só dele, embora a classificação tenha ficada ainda mais puxada e seletiva”.

Camila Minakawa – bronze mundial júnior 2008 (-63kg): “Em geral ficou mais difícil, mas ao mesmo tempo o mérito e a responsabilidade de classificação são do atleta que conseguir a vaga”.

Erika Miranda – quinta colocada no mundial 2007 (-52kg): “Os atletas estão com a faca e o queijo na mão. Claro que ficou mais disputado, mas basta trabalhar duro e acreditar”.

Divulgação: Assessoria de Imprensa da CBJ

Feliz 2009!!! Muita Paz, Saúde e Sucesso!!!

13 de janeiro de 2009

Gostaria de desejar a todos muita paz, saúde e muito sucesso neste novo ano, de 2009!

Abraços a todos

Sebástian Pereira

Judô Brasileiro mantêm sucesso!

17 de dezembro de 2008

Mais uma vez, o Judô Brasileiro marcou presença na festa do Oscar Esportivo do Brasil, o Prêmio Brasil Olímpico.

Em 2006, João Derly fez história ao se tornar o primeiro judoca eleito como o melhor desportista masculino do ano. No ano passado, Tiago camilo foi indicado entre os melhores do ano, mas perdeu para o nadador Thiago Pereira. Porém, o Técnico da Seleção Brasileira Masculina de Judô, Prof° Luís Shinohara, foi eleito como o melhor técnico no ano de 2007.

Este ano, foi a vez de Ketleyn Quadros ser indicada ao prêmio de melhor atleta feminina no ano de 2008. Ela acabou sendo superada pela campeoníssima Maurren Maggi.

Ketleyn Quadros entrou para a história do esporte nacional ao ser a primeira atleta da classe feminina individual a ganhar uma medalha em Jogos Olímpicos. Nos mesmos jogos, a atleta Maurren Maggi sagrou-se campeã olímpica, se tornando a primeira atleta feminina individual campeã olímpica.

O ano de 2008 fica marcado como o “Ano das Mulheres”, mostrando a grande evolução técnica e física das judocas brasileiras. Parabéns a Confederação Brasileira de Judô e a Comissão Técnica Feminina, muito bem capitaneada pela ex-atleta Rosicléia Campos.

Que 2009 venha muito mais ao Judô Brasileiro!

Abraços a todos,

Sebástian Pereira�

Feliz Natal e um Próspero Ano Novo!

17 de dezembro de 2008

Gostaria de desejar a todos um natal cheio de paz, saúde e muitas alegrias.

E um Ano Novo de muita prosperidade, sucesso, felicidades e muita saúde!

Que 2009 seja de muito sucesso para o Esporte Brasileiro!

Abraços todos

Sebástian Pereira

Brasil encerra participação histórica no Mundial Júnior

26 de outubro de 2008

Uchi-mata-SarahO Brasil tem judô para muitos anos ainda. A seleção brasileira júnior volta do Campeonato Mundial de Bangkok com cinco medalhas na bagagem: a melhor participação do país em mundiais da categoria em todos os tempos. Subiram ao pódio Sarah Menezes (-48kg, ouro), Rafaela Silva (-57kg, ouro), Camila Minakawa (-63kg, bronze), Mayra Aguiar (-70kg, prata), Victor Penalber (-73kg, bronze), além do quinto lugar do ligeiro Felipe Kitadai e do sétimo lugar do pesado Luis Carmo. O Brasil acabou em terceiro lugar no quadro de medalhas geral entre 83 países, atrás apenas de Japão (11 medalhas, quatro ouros) e França (quatro medalhas, 2 ouros e 2 pratas) e à frente de Rússia, Coréia, Geórgia, entre outras potências internacionais. No feminino, o Brasil ficou em segundo no geral, novamente atrás do Japão.

“O judô feminino do Brasil tende a crescer muito ainda. Aumentamos visivelmente a quantidade de praticantes no país e, com isso, a qualidade aumenta. Nas seletivas conseguimos realmente apurar as melhores”, comemora o técnico da seleção júnior feminina, Mario Tsutsui. “O maior contato com a seleção e o investimento em viagens para competições e treinamentos internacionais já estão fazendo a diferença. Temos uma boa geração em mãos”, acrescenta o treinador.

E é por causa de uma dessas seletivas que o desembarque no Brasil não será tão “festivo” como se poderia supor. Parte dos atletas que chegam de Bangkok já têm compromisso pela frente: a Seletiva Londres 2012, nos dias 1 e 2 de novembro, em Vitória/ES. Raquel Lopes (-52kg), Rafaela Lopes (-57kg), Camila Minakawa (-63kg), Stefanie Lupetti (-78kg), Rochelle Nunes (+78kg), Felipe Kitadai (-60kg), Marcos Seixas (-66kg), Marcelo Filho (-81kg), Bruno Altoe (-90kg), Marco Junior (-100kg) e Luis Carmo (+100kg) estará em ação no próximo final de semana. Cada categoria terá cinco concorrentes que buscarão vaga para enfrentar o reserva da seleção olímpica. O vencedor entre estes, então, disputará a posição com o titular em Pequim 2008.

“A medalha vai ajudar a motivar para a seletiva, mas lá a história é outra”, diz a campeã mundial Rafaela Silva.

“Temos que virar a página rápido e concentrar no novo desafio”, concorda a medalhista de bronze Camila Minakawa.

Divulgação: Site da CBJ

Parabéns ao Judô Brasileiro!

Saudações Olímpicas

Sebástian Pereira

A Força do Judô Feminino Brasileiro!

24 de outubro de 2008

Na última quinta-feira, 23 de outubro de 2008, iniciou mais um Campeonato Mundial Júnior de Judô, em Bancoc, Tailândia.

No primeiro dia, já tivemos uma medalha de Ouro, com nossa judoca peso ligeiro, até 48kg, Sarah Menezes.

Sarah ganhou de Maria Velazquez (VEN) por ippon; passou por Kelly Edwards (GBR) por ippon; derrotou Kristina Vrsic (SLO) por ippon; superou a japonesa Yumi Asaka com um wazari no golden score e, na decisão, outro ippon sobre Derya Cibir, com um belo uchi-mata.

Sarah, parabéns por mais esta conquista. Que ela possa representar um grande amadurecimento e confiança em sua carreira. Aproveite este momento. Você merece!

No segundo dia, tivemos outra medalha de Ouro. Agora, com nossa representante do peso Leve, até 57kg, Rafaela Silva, que  não precisou de mais do que 23 segundos para garantir a medalha de ouro na decisão do Campeonato Mundial Júnior.

Rafaela, revelada pelo Instituto Reação, ONG do grande atleta e amigo Flávio Canto e orientada pelo técnico Geraldo Bernardes, ex-técnico da seleção brasileira de judô, parabéns por sua belíssima conquista.

Temos que exaltar aqui, também, o excelente trabalho do nosso amigo Geraldo Bernardes, que vem revelando grandes valores através do Instituto Reação, criado por seu pupilo e campeão Flávio Canto.

Parabéns aos nossos amigos!

Parabéns as nossas judocas!

Parabéns ao Judô Brasileiro!

Saudações Olímpicas!

Sebástian Pereira

O momento certo!

24 de outubro de 2008

Campeonato Mundial Júnior de Judô! Tenho muito carinho por esta competição, pois foi à competição que me consolidou no Judô Mundial.

O Campeonato Mundial Júnior é uma importante competição no desenvolvimento de cada atleta. Temos muitos atletas, hoje, que fazem parte da Equipe Principal do Brasil, mesmo ainda tendo idade para a classe Júnior. Comprova a grande facilidade de renovação do Judô Brasileiro.

Enquanto atleta, recordo-me de algumas oportunidades em que ficava extremamente decepcionado com minha atuação nos campeonatos importantes na Classe Sênior. Logicamente, sempre temos o objetivo de conquistar o possível e impossível, mas em certos momentos temos que refletir sobre tudo ao nosso redor. Existe o momento certo para tudo.

Quando em 1996, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, então com 20 anos, último ano da classe Júnior, porém já representando o Brasil no Campeonato mais importante do mundo, perdi a medalha de bronze, para o americano James Pedro, ficando em 5°Lugar, fiquei extremamente chateado e chorei muito. Lembro-me de meu pai, me consolando e chorando junto comigo, me apoiando e me dando suporte para seguir em frente, pois dois meses depois eu teria a competição mais importante para a minha classe, o Campeonato Mundial Júnior.

Meu técnico, Ney Wilson, me disse antes dos Jogos Olímpicos que o grande objetivo da temporada era o Mundial Júnior. Não entendi direito, mas segui em frente. Após os Jogos, ele me lembrou deste objetivo.

Lutei como nunca o Mundial Júnior e venci quase todas as lutas por Ippon. Saí consagrado. E nunca mais fui o mesmo. Saí um atleta mais maduro e completo. Fortaleceu-me para todas as outras conquistas futuras.

Hoje, tento passar toda essa experiência e relato para os mais jovens, orientando-os no desenvolvimento de suas carreiras. Nunca desanimar frente a um insucesso. Temos que respeitar o momento.

Naquela época, fui o segundo brasileiro a ser Campeão Mundial Júnior, feito conquistado somente por nosso Campeão Olímpico Aurélio Miguel. Após minha conquista, muitos brasileiros, chegaram a conquista do Mundial, entre eles Tiago Camilo, Leandro Guilheiro, Fabiane Hukuda e muitos outros. Isso representa a força do Judô Brasileiro.

Que venham muitas outras conquistas para o Judô Brasileiro!

Saudações Olímpicas!

Sebástian Pereira

Brasil apresenta cidades candidatas a receber Grand Slam e Copa do Mundo 2009

24 de outubro de 2008

Em encontro com o presidente da Federação Internacional de Judô, Marius Vizer, e os membros do comitê executivo Vladimir Barta (diretor técnico), Naser Al-Tameemi (tesoureiro) e Armen Bagdasarov (diretor técnico), o Brasil apresentou suas cidades candidatas a receber o Grand Slam e a Copa do Mundo de Judô 2009. A reunião foi na última quarta-feira (22) em Bagkok/Tailândia.Ao lado do presidente da Confederação Brasileira de Judô, Paulo Wanderley Teixeira, e do coordenador de marketing da CBJ, Maurício Santos, os representantes de Rio de Janeiro e Minas Gerais falaram aos dirigentes do judô mundial.

O Rio de Janeiro foi representado por Jose Candido da Silva Muricy, assessor especial da Casa Civil do Governo do Estado do Rio de Janeiro. Já Belo Horizonte teve como representante o deputado estadual Gustavo de Farias Dias Correa, Secretário de Estado de Esporte e Juventude de Minas Gerais.

“Foi uma apresentação formal do interesse dessas cidades em receber as competições não só no ano que vem, mas pelos próximos quatro anos. O encontro foi bom e vamos esperar a decisão para os próximos dias”, comentou o presidente Paulo Wanderley Teixeira.

Impressionado com a qualidade e profissionalismo do material apresentado, o diretor técnico da IJF, Vladimir Barta, elogiou o Brasil.

“Gostamos muito do que vimos agora vamos analisar as propostas”, disse o dirigente.

 

FIJ aprova instalações da candidatura Rio 2016

7 de outubro de 2008

Fonte: Assessoria de Imprensa Rio 2016 

A Federação Internacional de Judô (FIJ) aprovou oficialmente, nesta terça-feira, dia 30, as instalações propostas para a modalidade na candidatura do Rio de Janeiro à sede dos Jogos Olímpicos de 2016. As competições de judô serão realizadas no Centro Olímpico de Treinamento (COT), que será construído na Barra da Tijuca.
Por exigência do Comitê Olímpico Internacional (COI), todas as instalações das cidades candidatas devem ser aprovadas pelas Federações Internacionais dos respectivos esportes. A aprovação da FIJ foi enviada pelo diretor de esportes da entidade, François Besson. “Os planos da instalação preenchem os requerimentos e as especificações técnicas para receber as competições de judô dos Jogos Olímpicos em 2016”, diz o comunicado da FIJ.
O presidente da Comissão de Candidatura Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, ressaltou a importância da aprovação. “O documento da Federação Internacional de Judô mostra que o projeto do Centro Olímpico de Treinamento é de alto nível. Este será um dos maiores legados da candidatura Rio 2016 e servirá como referência para atletas do Brasil, da América Latina e da África”, disse Carlos Arthur Nuzman.
O Centro Olímpico Nacional de Treinamento é um projeto pioneiro na América do Sul. Em um terreno de 90 hectares, ele terá locais de treinamento para 22 esportes olímpicos e infra-estrutura completa de acomodação, alimentação e centro médico. O objetivo é que o COT seja um centro de desenvolvimento e preparação de atletas brasileiros e estrangeiros de alto rendimento, além de um espaço social para a comunidade. O local também será um centro de aprendizado, com áreas para cursos para técnicos, treinamento de árbitros e pesquisas aplicadas ao esporte. O COT será construído independentemente do resultado da candidatura Rio 2016.

Saudações Olímpicas!

Sebástian Pereira

20 Anos do Primeiro Ouro Olímpico do Judô Brasileiro

3 de outubro de 2008

Há 20 anos, no dia 30 de setembro de 1988, Aurélio Miguel ganhava, na categoria meio-pesado, a medalha de ouro nas Olimpíadas de Seul . Aurélio, com 24 anos na época, foi o único atleta da delegação brasileira a subir no lugar mais alto do pódio naquela competição.

Sempre me espelhei na imagem do atleta e da pessoa Aurélio Miguel, pois foi um super atleta, de muita garra, raça, perseverança e determinação como também um ótimo amigo e cidadão.

Tive a honra de fazer parte da seleção olímpica junto com ele, nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, onde ganhou sua segunda medalha olímpica. Nesta época pude aprender tanto física, técnica como psicológicamente, o que me proporcionou uma grande evolução no esporte.

Sua medalha de ouro proporcionou um grande desenvolvimento ao judô brasileiro, sedimentando-o como um esporte vencedor.

Hoje, continua sua luta como vereador da cidade de São Paulo, onde vem fazendo um excelente trabalho tanto na área esportiva como também nas áreas da educação, saúde, transporte, proteção animal e infra-estrutura urbana.

Por isso, parabenizo nosso grande judoca e amigo Aurélio Miguel, por esta conquista que mudou a história de nosso esporte no Brasil.

Saudações Olímpicas

Sebástian Pereira